A Concil, fintech especializada em serviços de gestão financeira, recebeu um aporte de R$ 15 milhões,  que foi liderada pela Prosegur Tech Ventures, fundo de investimento do Grupo Prosegur, em seu primeiro aporte numa empresa brasileira neste ano. A Prosegur participou do aporte com R$ 12 milhões dos R$ 15 milhões aportados na fintech. Também participaram da rodada a DGF Investimentos e a SP Ventures, fundos que investiram na primeira rodada da Concil.

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Fundada em 2008, a fintech Concil oferece soluções em conciliação para empresas de todos os tamanhos e possui atualmente mais de 5 mil clientes e cerca de 40 milhões de transações processadas por mês, além de R$ 2 bilhões em volume conciliado mensalmente. A fintech também é parceira da Prosegur Cash, divisão responsável pelos serviços de logística de valores e gestão de numerário no Brasil. Ela desenvolveu a tecnologia para o serviço Conciliação Segura Prosegur, que oferece controle e gestão sobre todas as transações e vendas realizadas pelo varejista.

“O fundo de investimento permite ao Grupo Prosegur analisar e criar relacionamento com as melhores empresas e soluções do mercado. Também é uma oportunidade para descobrir novos serviços de interesse às estratégias do nosso negócio e ficamos felizes por ser uma empresa brasileira”, disse Alessandro Abrahão, diretor-geral da Prosegur Cash no Brasil. “Nosso objetivo é diversificar ainda mais nosso portfólio e incorporar as últimas tecnologias disponíveis no mercado para melhorar e ampliar os serviços que oferecemos a nossos clientes.”

Esta foi a segunda rodada de investimentos recebida pela Concil nos últimos anos. O primeiro aporte de investidores na empresa ocorreu em 2014. Segundo Leonardo Campelo, CEO da Concil, o objetivo agora é manter o foco em novas parcerias, como a realizada junto a Prosegur Cash no Brasil. A partir de 2019, a fintech espera repeti-la com outras filiais do Grupo Prosegur em alguns países da América Latina. “Com este novo investimento, queremos consolidar nossa liderança no mercado brasileiro”, diz Leonardo, “mas também iniciar nossa expansão internacional pela América Latina, além de semprebuscar melhoriasemnossa tecnologia.”