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Em 2008 surgiu o conceito do Bitcoin,uma moeda criptografada que circula via internetpor meio de um sistema de pagamentos baseado em código aberto.

Necessário salientar que a referida moeda não é emitida nem garantida por uma autoridade monetária, tampouco é regulada por autoridades monetárias do país.

Apesar desta situação ser considerada por muitos como obscura, estamos acompanhando um fenômeno recente no Brasil: a criação de moedas virtuais por clubes de futebol.

Este movimento iniciou-se no fim de 2018 por meio da plataforma Footcoin.club que customiza criptomoedas para o esporte.

O objetivo da referida empresa consiste em não só aproximar os torcedores aos times de coração, mas também gerar receita para os clubes brasileiros.

Basicamente o torcedor compra a moeda virtual e pode usá-la para adquirir produtos esportivos, ingressos e até mesmo realizar doações para o seu time.

Já foram criadas as moedas Galocoin, do Atlético Mineiro, e a Leãocoin, do Fortaleza, estando outros seis clubes neste mesmo caminho.

Importante dizer que a Footcoin.club ultrapassou dos 11 milhões de adeptos no país, um mercado em franca expansão!

Se não bastasse o surgimento de moedas virtuais brasileiras, um outro aspecto não se pode ignorar: o crescente número de pessoas que passaram a utilizar as criptomoedas.

Mas o ápice da popularização na utilização das moedas virtuais no dia-a-dia talvez seja atingido em breve com um cartão chamado PolisPay, da bandeira Mastercard.

Este cartão não só utilizaria criptomoedas como forma de pagamento, o que geraria a aceitação deste tipo de moeda em milhares de estabelecimento ao redor do mundo, mas também daria a possibilidade ao seu portador que realizasse saques convertidos em moeda nacional.

Especialistas já suscitam o fim das cédulas. Será?

Artigo escrito pelo time de inteligência de mercado do Fialdini Advogados. Veja outros artigos sobre regulamentação do mercado fintech aqui.